Turismo internacional cresce 6% em 2017

 

Brasil é o número 1 em atrativos naturais. Crédito: MTur

Anúncio do secretário-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT) revelou que 2017 foi um bom ano para o turismo mundial. Em entrevista à Agência EFE, durante o fórum em Madri, na Espanha, Zurab Pololikashvili, afirmou que o setor cresceu 6% no ano passado e destacou a progressão rápida da China como grande emissora de turistas.

Os números e a constatação devem ser motivo de otimismo para quem trabalha ou investe no setor em nível internacional e também doméstico, uma vez que o país recebe turistas chineses e teve, em 2017, aumento de 4,3% no faturamento médio das empresas que atuam com turismo.

“Os bons números do setor apenas reforçam a importância do turismo para economia mundial e mostra que este é um mercado em expansão. E o Brasil tem muito a se beneficiar do aquecimento do turismo, uma vez que reúne atrativos diversos para viajantes locais e internacionais”, comentou o ministro do turismo, Marx Beltrão.

Segundo Zurab Pololikashvili, os números do turismo internacional continuarão em progressão positiva, com um aumento entre 3% e 4% na chegada de turistas estrangeiros no mundo em 2018. Ele também destacou a importância da indústria turística que representa 10% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial e se enquadra no terceiro setor exportador do mundo.

FACILITAÇÃO DE VISTOS – Em setembro, a China firmou acordo para facilitação de vistos com o Brasil. A medida será um importante impulso para o governo brasileiro atingir a meta prevista no plano Brasil + Turismo de atrair 12 milhões de visitantes vindos do exterior até 2022. O acordo estabeleceu um prazo de validade de cinco anos para os vistos de turista, com múltiplas entradas, com período de estada de 90 dias, renováveis por até outros 90 dias, a cada 12 meses. As novas regras começaram a valer no dia 1º de outubro. Antes, o visto geralmente tinha validade de três meses.

Em 2016, mais de 130 milhões de chineses viajaram pelo mundo, porém pouco mais de 50 mil escolheram o Brasil como destino. A Organização Mundial de Turismo aponta que a facilitação de vistos é uma importante iniciativa para fortalecer o setor. “A facilitação de vistos é uma das nossas prioridades porque temos estudos que comprovam que através da facilitação de vistos há mais turistas, mais receitas e empregos”, defende Sandra Carvao, diretora de comunicação da OMT.

 

Fonte: Nayara Oliveira, http://www.turismo.gov.br/component/content/article.html?id=10610

Carnaval Rio 2018: confira a lista de atrações da cidade

 

Cerca de 6,5 milhões de foliões, dos quais 1,5 milhão de turistas, são esperados pela Prefeitura do Rio de Janeiro neste carnaval. A iniciativa pública engloba eventos como os tradicionais blocos de rua, a Arena Carnaval Rio, os desfiles das agremiações na Marquês de Sapucaí, apresentações dos grupos de acesso na Estrada Intendente Magalhães, palcos dos bailes populares por toda a cidade, blocos de enredo e concursos.

Um dos seus principais ícones, os blocos de rua desfilam por todas as regiões do Rio. Em constante atualização, hoje a lista conta com 473 blocos e 596 desfiles, que acontecem de janeiro até 18 de fevereiro. Megablocos estão concentrados na região do Centro e Aterro do Flamengo e, os que desfilavam na praia do Pepê, na Barra da Tijuca, foram realocados para oferecer melhor estrutura aos foliões. Veja a lista completa aqui.

No ano de seu centenário, o Cordão da Bola Preta segue desfilando no sábado de carnaval (10/2), pela Avenida Antônio Carlos, onde o Bloco da Preta desfila no dia (4/2) e o Bloco das Poderosas em (17/2). O Aterro recebe o Chora me Liga no dia (4/2), a Orquestra Voadora no dia (13/2) e o Monobloco no dia (18/2), fazendo sua tradicional festa de encerramento do carnaval carioca. Primeiro Amor e Vira-lata animam São Conrado no dia (27/1) e o Suvaco do Cristo faz seu tradicional cortejo, no dia (4/2), pelas ruas do bairro do Jardim Botânico. O samba pede passagem e toma a Praça Paulo da Portela, em Oswaldo Cruz, com o desfile dos Timoneiros da Viola, no dia (4/2). O carnaval também atravessa a Baía e aporta na Ilha de Paquetá, onde o Pérola da Guanabara desfila no dia (3/2).

Divulgação/Dream Factory

“O carnaval é a nossa maior manifestação cultural e tem a cara da cidade. Teremos desfiles em todas as regiões do Rio, dos pequenos aos megablocos, com públicos estimados que variam de 100 a 1,5 milhão de foliões. Estamos preparados, trabalhando integrados com órgãos públicos, cuidando para que a cidade ofereça aos cariocas e turistas uma festa grandiosa, com segurança, conforto e, claro, muita diversão”, acrescenta o presidente da Riotur, Marcelo Alves.

Novo atrativo para os foliões, a Arena Carnaval Rio, no Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca, receberá shows de samba e pagode em um palco fixo, apresentações em trios elétricos e DJs, além dos desfiles de dez blocos ao longo de cinco dias de festa. Pensada para ser uma nova área de entretenimento da cidade, a Arena terá entrada gratuita e capacidade para 100 mil pessoas por dia.

Divulgação/ Riotur

São esperados cerca de 30 mil pessoas por dia na Arena Carnaval

São esperados cerca de 30 mil pessoas por dia na Arena Carnaval

Confira abaixo a programação da Arena Carnaval Rio*:

Sábado, 10 de fevereiro
9 às 11h – Carrossel de Emoções
11 às 12h – Escola de Samba
12 às 14h – Giro do Arar

Domingo, 11 de fevereiro
9 às 11h – Lexa
11 às 12h – Escola de Samba
12 às 14h – Bola Preta

Segunda-feira, 12 de fevereiro
9 às 11h – Primeiro Amor
11 às 12h – Escola de Samba
12 às 14h – Chora Me Liga

Terça-feira, 13 de fevereiro
9 às 11h – Empolga às 9
11 às 12h – Escola de Samba
12 às 14h – Bangalafumenga

Quarta-feira, 14 de fevereiro
9 às 11h – Sargento Pimenta
11 às 12h – Escola de Samba
12 às 14h – Atração Surpresa

* sujeito a alterações

Clicando aqui você confere a lista completa da Riotur.

 

Crédito: Marluce Blabino

ANAC publica reajuste das tarifas aeroportuárias da Infraero

Os tetos das tarifas aeroportuárias dos aeroportos públicos administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) foram reajustados pela Portaria nº 83/SRA, de 10 de janeiro de 2018, conforme dispõe a Resolução nº 350/2014, de 19 de dezembro de 2014[1]. Contudo, as novas tarifas poderão ser praticadas somente 30 dias após a divulgação pelo operador aeroportuário.

Os tetos das tarifas de embarque e conexão de passageiros e de pouso e permanência de aeronaves foram reajustados em 4,5833%. Os tetos das tarifas de armazenagem e capatazia de cargas foram reajustados em 2,9474%

O reajuste foi aplicado sobre os tetos estabelecidos pela Portaria nº 169/SRA, de 17 de janeiro de 2017[2], considerando a inflação acumulada entre dezembro de 2016 e dezembro de 2017, medida pela variação do IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo do IBGE observada no período – e o fator de compartilhamento de variações esperadas de produtividade (Fator X), no caso das tarifas de embarque, conexão, pouso e permanência[3].

Com o presente reajuste dos tetos tarifários, a tarifa máxima de embarque doméstico a ser paga pelos passageiros passará de R$ 29,90 para R$ 31,27, e a tarifa máxima de embarque internacional, por sua vez, passará de R$ 115,64 para R$ 118,06, valores esses que já incluem o Adicional do FNAC de US$ 18,00, criado pela Lei nº 9.825/99 e que atualmente corresponde a R$ 62,70, conforme estabelecido pela Portaria ANAC n° 23/SRA/2017[4].

Tarifa de Embarque (R$) Doméstico Internacional6
Infraero Vigente 29,90 115,64
Reajustada 31,27 118,06

Tarifas – As tarifas aeroportuárias são valores pagos aos operadores aeroportuários pelas companhias aéreas, pelo operador da aeronave ou pelo passageiro. Essas tarifas correspondem aos procedimentos de embarque, conexão, pouso, permanência, armazenagem e capatazia dentro dos aeroportos. A tarifa de embarque é a única paga pelo passageiro e tem a finalidade de remunerar a prestação dos serviços, instalações e facilidades disponibilizadas aos passageiros.

[1]Não se aplicam aos aeroportos públicos tarifadores explorados por meio de contratos de concessão, termos de autorização ou convênio de delegação firmado junto a Estados, Municípios, Distrito Federal e Comando da Aeronáutica. Disponível em:http://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/resolucoes/resolucoes-2014/resolucao-no-350-de-19-12-2014

2 Disponível em : http://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/portarias/2017/portaria-no-0169-sra-17-01-2017

3 Fator X: componente que incide na fórmula do reajuste anual. Valor estabelecido na Resolução nº 374, de 28 de janeiro de 2016.

4 Disponível em: http://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/portarias/2017/portaria-no-0023-sra-04-01-2017.

Tarifa de Embarque (R$) Doméstico Internacional[5]
INFRAERO[6] 31,27 118,06
GRU[7] 29,53 114,97
VCP[8] 27,97 112,19
BSB[9] 28,03 112,31
GIG[10] 29,41 114,79
CNF[11] 29,13 114,28
ASGA[12] 21,74 101,19
SSA, FOR, POA, FLN[13] 29,78 115,43

5 Valores acrescidos do adicional de US$ 18,00 (Adicional FNAC), instituído pela Lei nº 9.825/99, que atualmente corresponde a R$ 62,70, conforme estabelecido pela Portaria ANAC n° 23/SRA, de 4 de janeiro de 2017.

6 Valores aplicáveis aos aeroportos da Categoria 1, constantes da Portaria nº 83/SRA/2018, que reajustou os tetos das tarifas dos aeroportos públicos não concedidos. As novas tarifas poderão ser praticadas trinta dias após a publicação das mesmas pelo operador aeroportuário.

7 Valores constantes da Decisão nº 109, de 07 de julho de 2017, que alterou os tetos tarifários do Aeroporto de Guarulhos. As novas tarifas poderão ser praticadas trinta dias após a publicação das mesmas pela concessionária.

8 Valores constantes da Decisão nº 110, de 07 de julho de 2017, que alterou os tetos tarifários do Aeroporto de Viracopos. As novas tarifas poderão ser praticadas trinta dias após a publicação das mesmas pela concessionária.

9 Valores constantes da Decisão nº 112, de 20 de julho de 2017, que alterou os tetos tarifários do Aeroporto de Brasília. As novas tarifas poderão ser praticadas trinta dias após a publicação das mesmas pela concessionária.

11 Valores constantes da Decisão nº 71, de 10 maio de 2017, que reajustou os tetos tarifários do Aeroporto de Galeão.

12 Valores constantes da Decisão nº 72, de 10 maio de 2017, que reajustou os tetos tarifários do Aeroporto de Confins.

13 Valores constantes da Decisão nº 78, de 29 de maio de 2017, que alterou os tetos tarifários do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante.

14 Valores constantes das Decisões 139 e 140, de 28 de agosto de 2017, que reajustaram as tarifas das concessões dos Aeroportos de Fortaleza e Porto Alegre, e Decisões 142 e 143, de 30 de agosto de 2017, que reajustaram as tarifas das concessões dos Aeroportos de Florianópolis e Salvador conforme previsto contratualmente.

 

Fonte: Assessoria ANAC

Grupo Flytour investe R$ 12 milhões e realiza migração de datacenter para nuvem

 

Para realizar o processo de migração dos quatro datacenters físicos, foram necessárias quatro etapas

A Flytour Tecnologia finalizou recentemente todo o processo de migração dos datacenters físico para a nuvem, também conhecido como Cloud. No total, foram investidos R$ 12 milhões na transição. Em nota, o grupo afirma que a “estratégia faz parte da constante busca da companhia por maior eficiência operacional, otimização financeira e disponibilidade imediata de recursos”.

Para realizar o processo de migração dos quatro datacenters físicos, foram necessárias quatro etapas, uma para cada transferência de datacenter para a nuvem. “Além de todo esse cuidado, também conectamos fisicamente o ambiente de Cloud com nossa infraestrutura física, facilitando assim a movimentação das aplicações”, diz Fernando Campos, diretor de Tecnologia da Flytour.

Entre os motivos que fizeram o Grupo Flytour realizar a migração, os destaques ficam por conta da escalabilidade, que permite aumentar e reduzir a capacidade computacional da empresa sob demanda; o controle de custos, no qual cada recurso utilizado recebe uma ou mais TAGs, que permite aferir mensalmente qual empresa do grupo utiliza cada recurso; a realização de mudanças rápidas, que permite atualizar as aplicações em partes sem prejudicar a operação; a utilização dos recursos do ecossistema Cloud, que com poucos cliques disponibiliza a solução necessária, e, por último, a continuidade do negócio graças ao ambiente de disaster recovery, backup e segurança, mais simples e eficiente se comparado ao modelo anterior.

“Num processo dessa magnitude, realizamos diversos ajustes (refatoração) nas aplicações para que pudéssemos utilizar todos os recursos de escalabilidade que a migração para Cloud permite. Sem isso, apenas teríamos um datacenter virtualizado. Esse processo levou 18 meses e foi extremamente gratificante ver a equipe empenhada em superar as expectativas do Grupo”, finaliza Campos.

 

Fonte: Pedro Menezes, http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/agencias-e-operadoras/grupo-flytour-investe-r-12-milhoes-e-realiza-migracao-de-datacenter-para-nuvem/