RANO RARAKU: A FÁBRICA DE MOAIS DA ILHA DE PÁSCOA

Rano Raraku: a fábrica de moais da Ilha de Páscoa

Segundo o Rapa Nui, as peças eram lapidadas e depois transportadas por largas distâncias até suas plataformas (Fotos Wanderley Mattos)

Por Paulo Atzingen (de Angaroa, Ilha de Páscoa)

Entender a forma como as estátuas da Ilha de Páscoa foram lapidadas e distribuídas pelo território da Ilha tem sido um exercício de vários ramos da ciência, um enigma até hoje não completamente desvendado. No entanto, já se sabe que a procedência dessas esculturas gigantes, a linha de montagem dessas estátuas era o vulcão Rano Raraku na região leste da ilha.

Ao nos aproximarmos da montanha em parte de pedra, em parte de terra, conclui-se que se trata de um, se não o mais importante sítio arqueológico daqui. O local é tão cultuado e bem cuidado pelos Rapa Nui (Nativos) que ao carimbarmos o ticket para esta atração dos Parques Nacionais (uma espécie de passaporte para todos os atrativos da ilha que custa 60 dólares com validade para 10 dias) temos que utilizar essa entrada no mesmo dia sem direito a retorno.

Rano Raraku contém o maior número de estátuas por metro quadrado da ilha e em sua área também se encontra as estátuas de maior tamanho. É importante dizer que existem estátuas de todos os tamanhos e inúmeras inacabadas. De acordo com o guia de turismo Roberto Rinco, da empresa Mahinatur, esse abandono se deu em função de uma guerra civil entre os povos da ilha no século XVII.

“Acreditamos que este moai ia sair daqui do canteiro e iria percorrer 20km na costa sul, para chegar a sua plataforma", afirma Roberto Rinco

“Acreditamos que este moai iria sair daqui do canteiro e iria percorrer 20km na costa sul, para chegar a sua plataforma”, afirma Roberto Rinco

Ancestrais

“Rano Raraku representa o lugar onde fica as estátuas de nossos ancestrais e onde eram lapidadas, polidas e transportadas.Essas estátuas representavam cada uma das pessoas que faleceram na época dos antepassados. Em memórias deles, fizeram esses monumentos para adoração de sua memória e diziam que eles, assim, poderiam ressuscitar, naquele contexto”, afirma Roberto Rinco. No sítio arqueológico Rano Raraku existem exatos 397 moais.

Roberto explica que esta montanha de pedra foi utilizada por diversas gerações de Rapa Nui e cada uma com sua peculiaridade. “Ocorreram diversas fases. No princípio fizeram moais menores e com o tempo foi transformando o tamanho dos moais. O moai maior que temos tem 21.65 m, conhecido como Tetukang e tem mais ou menos um 200 toneladas de peso”, quantifica.

A linha de montagem das estátuas era o vulcão Rano Raraku na região leste da ilha

A linha de montagem das estátuas era o vulcão Rano Raraku na região leste da ilha

Lapidadas

Segundo o Rapa Nui, as peças eram lapidadas e depois transportadas por largas distâncias até suas plataformas. “Acreditamos que este moai ia sair daqui do canteiro e iria percorrer 20km na costa sul, para chegar a sua plataforma. Este, por exemplo, nunca saiu de seu canteiro de origem em função de uma guerra civil que ocorreu na ilha, por volta de 1688 entre os Kote Mata Iti e os Kote Mata Nui”, conta.

Todos os moais estão colocados de frente para o interior da ilha e de costas para o mar no sentido de proteger seus povoados e seus habitantes

Todos os moais estão colocados de frente para o interior da ilha e de costas para o mar no sentido de proteger seus povoados e seus habitantes

O que são os Moais?

O nome completo das estátuas gigantescas que encontramos por esta ilha de 163,6 quilômetros quadrados é Moai Aringa Ora, que significa “rosto vivo dos ancestrais”. Estes gigantes de pedra fora feitos pelos Rapa Nui para representar seus ancestrais, governantes ou antepassados importantes, que depois de mortos teriam a capacidade de estender seu poder espiritual sobre a tribo, para protege-la.

As pessoas mais prósperas, ordenavam construir um moai como uma maneira de honrar ao parente falecido. Depois de vários meses de trabalho duro, o moai percorria seu caminho até chegar ao seu altar de pedra preparado para recebe-lo. Era erguido acompanhado de uma grande celebração.

Todos os moais estão colocados de frente para o interior da ilha e de costas para o mar no sentido de proteger seus povoados e seus habitantes.

* O DIÁRIO DO TURISMO – viajou a convite do grupo Transoceânica (Chile), com a cobertura do seguro GTA, comunicação ChatSim e apoio JoãoAraújo Promoção

FONTE: DIÁRIO DO TURISMO / Por Paulo Atzingen

http://diariodoturismo.com.br/rano-raraku-a-fabrica-de-moais-da-ilha-de-pascoa/

Três trilhas bem diferentes na Noruega

Para aqueles que curtem e procuram explorar uma trilha e estar em contato com a natureza, a Noruega é um paraíso. Você provavelmente já ouviu falar da Trolltunga, a famosa “língua do Troll”, que atrai milhares de turistas todos os anos pela singularidade da sua formação. Ou até mesmo da trilha que leva até Kjerag, a pedra milagrosamente suspensa em uma lacuna da montanha, adorada pelos mais corajosos e aventureiros. Isso sem falar na Pulpit Rock, que de tão famosa está prestes a se tornar até cenário de cinema com o próximo filme da série Missão Impossível.

Todas essas famosas trilhas podem dar um gostinho do que existe na Noruega, mas a natureza do país vai muito além. Existem milhares de trilhas menos conhecidas, inusitadas ou com um significado histórico.

Confira abaixo três trilhas da Noruega que você provavelmente não conhecia:

Montanha de Brufjell (Divulgação)

montanha de Brufjell está localizada próxima ao município de Flekkefjord e atrai muitos curiosos graças às fendas existentes nas rochas do local. Essas fendas foram formadas durante a Era do Gelo, há cerca de 20 mil anos, quando o nível do oceano era bem mais alto. Existem diversas fendas na região que variam de tamanho e atraem um público interessado em escalada ou também aqueles que apenas estão em busca de uma bela foto.

Caminho das crianças peregrinas (Divulgação)

No século XIX, muitas crianças de comunidades pobres da região de Hægebostad partiam para trabalhar em fazendas próximas a Kristiansand durante o verão. Elas caminhavam cerca de 150km até chegar no seu destino. Essa passagem difícil da história local é relembrada ainda hoje, sendo possível percorrer o mesmo caminho que essas crianças faziam.

 Trilha no gelo (divulgação)

Na Noruega é possível caminhar pela Jostedalsbreen, maior geleira da Europa continental. A caminhada no gelo por lá é uma prática muito popular e pode ser uma experiência única para qualquer turista. E se o viajante não tiver experiência nenhuma, não se preocupe, existem empresas que oferecem cursos específicos de escalada no gelo, guias especializados e o aluguel de todo o material necessário. E as opções de percursos vão desde as mais tranquilas, próprias para iniciantes, até as mais desafiadoras.

Serviço:

Mais informações: www.visitnorway.com.br

FONTE:  TURISMO & EVENTOS / MARCOS ARRUDA

http://www.jornalturismoeeventos.com.br/2017/08/10/tres-trilhas-bem-diferentes-na-noruega/

20 motivos para visitar o Alentejo

Templo Romano Evora – Credito Turismo do Alentejo

Conheça as principais razões para conhecer a maior região portuguesa

Quando escolhemos um destino para viajar procuramos por lugares diferentes, que nos proporcionem experiências únicas e memórias que ficarão guardadas para a vida toda. Decidir não é uma tarefa fácil, ainda mais com o mundo inteiro entre as opções.

O Alentejo, em Portugal, possui características únicas, belas paisagens, gastronomia incrível, vinhos premiados e povo hospitaleiro. Para ajudar os viajantes mais indecisos, separamos 20 motivos para escolher o Alentejo em sua próxima viagem.

1 – Paisagens bucólicas
Planícies que se estendem até perdermos de vista e que ao pôr do sol ganham tons de do
urado. Um verdadeiro espetáculo efêmero da natureza. 

2 – Vinhos
Referência no enoturismo, o Alentejo é ideal para os amantes da bebida de Baco. São diversas herdades, vinícolas, adegas e, é claro, variedades quase infinitas de vinhos para se provar.

3 – Castelos imponentes
Grandes fortalezas espalhadas pela região atraem visitantes do mundo todo contando a impressionante história das batalhas épicas na antiguidade.

4 – Gastronomia sem igual
Carne de porco, carneiro, pães e temperos realçam o sabor dos pratos tradicionais. É impossível não se apaixonar pela personalidade forte da cozinha alentejana.

5 – Estrelas
Eleito um dos melhores lugares do mundo para se observar as estrelas e praticamente livre de poluição visual. O cenário ideal para explorar o cosmos. 

6 – Monumentos históricos
Construções medievais, como o Templo Romano, em Évora, impressionam turistas e dão um charme especial para os vilarejos.

7 – Hospedagens luxuosas
Aqui os hotéis são verdadeiros paraísos em meio ao campo ou cidade. Perfeitos para relaxar e descansar, seja à beira da piscina ou recebendo uma massagem num spa.

8 – Povo acolhedor
Não tem coisa melhor do que chegar em um lugar e ser bem recebido, e o povo alentejano sabe disso! Aqui o turista se sente parte da comunidade que os recebe com um sorriso no rosto.

9 – Charmosos vilarejos
Casinhas brancas e ruas estreitas de pedra. Essas são as características mais evidentes em quase todas as pequenas vilas alentejanas que parecem ter saído dos contos de fadas.

10 – Contato com a natureza
Repleto de parques naturais com diversas espécies de animais, os amantes da natureza podem explorar esses belos cenários a pé, de barco ou em um inesquecível passeio de balão. 

11 –  Praias paradisíacas
Águas com diversos tons de azul e areais dourados que se perdem de vista são lugares ideais para relaxar com a família ou amigos.

12 – Estradas
Trânsito? Stress? Aqui não. No Alentejo é possível curtir toda a região em uma incrível viagem de carro por excelentes estradas que cruzam as planícies. 

13 – 300 dias de sol por ano
A região também é conhecida por seu clima quente durante praticamente o ano inteiro. Abrir a janela e se deparar com o intenso brilho do sol já faz parte da rotina dos alenteja
nos.

14 – Cante Alentejano
Quando as vozes do povo alentejano se unem, o resultado são músicas que emocionam visitantes e moradores em um dos costumes mais tradicionais. 

15 – Artesanato
Parte fundamental da cultura local, é possível encontrar vasos de cerâmica decorados, peças de ferro forjado e os famosos chocalhos que se tornaram Patrimônio Cultural Imaterial pela Unesco.

16 – Lago Alqueva
O maior lago artificial da Europa possui diversas opções de lazer e esportes aquáticos, que atraem os aventureiros de plantão. 

17 – Aventura
E falando em aventura, no Alentejo é possível fazer trilhas emocionantes para superar os próprios limites, explorar os fabulosos vinhedos em um quadriciclo ou admirar 
as paisagens em um passeio de bicicleta.

18 – Arquitetura milenar
Do contemporâneo ao histórico, as construções repletas de detalhes são 
pontos imprescindíveis para se admirar durante a viagem. 

19 – Museus
Preservar a história é um dos maiores orgulhos dos alentejanos. Seus museus contam com artefatos desde épocas pré-históricas e surpreendem os entusiastas com o passado da região.

20 – Festivais típicos
Ao longo do ano, ocorrem diversos eventos que celebram a cultura local. Como o Festival Islâmico, em Mértola, e o festival de música clássica Terras Sem Sombra.
 

Sobre o Alentejo

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de três títulos da UNESCO e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.

Fotos em alta resolução

Torre de Palma – passeio de balao – Credito Divulgacao

Vista para o Lago Alqueva – Credito Victor Carvalho

Porto Covo – Praia Grande – Sines – Credito Victor Carvalho

FONTE: 
Jessica Ferreira
AFT Comunicação Integrada

As 11 melhores atrações desconhecidas da Europa

É difícil apontar alguém que foi a Paris e não visitou o Museu do Louvre, ou foi a Roma e não visitou o Vaticano, foi a Londres e não visitou o Big Ben, e por aí vai. No entanto, muitas atrações incríveis do Velho Continente ficam “esquecidas” por causa das atrações obrigatórias. Pensando nisso, Matt Meltzer do Thrillist Travelseparou 11 lugares para se visitar na Europa e fugir do comum.

Confira os pontos turísticos abaixo.

Neuer Garten, Berlim (Alemanha)

Grzegorz Petrykowski/Shutterstock

O parque de mais de 102 hectares fica na parte ocidental de Berlim, na histórica área de Potsdam. Encomendado pelo Príncipe Frederico Guilherme II em 1787, foi inspirado em jardins ingleses do século 18. Além da localização privilegiada próximo ao lago Heiliger See, o parque possui algumas atrações notáveis como o laranjal inspirado nos egípcios, e uma pirâmide apelidada de “Casa do Gelo” por já ter servido de centro de refrigeração para todos palácios. No entanto, o mais interessante é que o local serviu como enclave da KGB.

Giacometti Hall, Zurique (Suíça)

Juan Rubiano/Flickr

Normalmente, deixamos de fora do nosso roteiro visitas à polícia local, mas no caso de Zurique, na Suíça, isso não é recomendado. O prédio serviu originalmente como um orfanato, e na época o hall de entrada era uma adega mal iluminada. Mas no século 19, o renomado arquiteto Gustav Gull, visando iluminar o lugar, transformou o teto abobadado em uma brilhante explosão de cores apelidada de “hall das pequenas flores”.

Old Operating Theatre Museum and Herb Garret, Londres (Inglaterra)

Justin Green/Flickr

No começo do século 19, alunos e espectadores se reuniam nesse pequeno museu de medicina perto da London Bridge para assistir médicos realizarem cirurgias e amputações. É o mais antigo teatro cirúrgico ainda remanescente na Europa. Visitantes podem aprender sobre as primitivas e não prazerosas práticas médicas da época e ver os instrumentos espalhafatosos usados em cirurgias. Muito do lugar ainda é um mistério.

Arquibasílica de São João de Latrão, Roma (Itália)

CGE2010/Shutterstock

Apesar de o Vaticano e a Basílica de São Pedro serem indispensáveis em uma visita a Roma, esta catedral tem tanta importância histórica quanto as mais famosas. Datada do século quatro, é a igreja mais antiga da Europa e a sé episcopal oficial do Papa. A principal atração é a Escada Santa, composta por 21 degraus, onde já esteve Pôncio Pilatos. Acredita-se que essas são as escadas por onde Jesus ascendeu quando condenado à morte, visitantes devotos sobem os degraus apoiados em seus joelhos.

Les Caves du Louvre, Paris (França)

Leisure Pass Group

Ao virar a esquina do Museu do Louvre, poderá encontrar essas cavernas subterrâneas que foram usadas para guardar os vinhos do Rei Luís XV. Depois de uma renovação que demorou dois anos, esse é um dos melhores e mais diferentes lugares em Paris para beber e aprender sobre vinhos. Oito salas são dedicadas aos diferentes aspectos da produção da bebida e uma vez que você foi um bom aluno, poderá levar uma garrafa de vinho personalizada para casa.

Glasnevin Cemetery & Museum, Dublin (Irlanda)

Rodrigo Garrido/Shutterstock

O cemitério de Glasnevin é tanto um mostruário de famosos construtores de sepulturas e monumentos de granito, quanto um olhar para os últimos séculos da história irlandesa. Este foi o primeiro cemitério católico da Irlanda, aberto para que os então oprimidos e perseguidos pudessem enterrar seus familiares. Muitos dos que estão enterrados neste cemitério, lutaram pela independência da Irlanda no início do século 20, incluindo Michael Collins, que até hoje recebe cartas no Valentine’s Day (equivalente ao nosso Dia dos Namorados), mesmo passados 95 anos de sua morte. Lá, é válido fazer um tour e conversar com os locais, que são a maior parte dos visitantes do Glasnevin Cemetery.

Birka, Estocolmo (Suécia)

Anders Blomqvist/Getty Images

A cidade de Birka é tanto um tesouro arqueológico, quanto uma reconstituição da cultura viking. Um cenográfico tour de barco saindo de Estocolmo te leva para a ilha de Björkö no lago Mälaren, onde será recebido por vikings em suas devidas vestimentas. A cidade reconstruída é o primeiro assentamento urbano da Suécia, datando do século oitavo. Por 200 anos, Birka foi uma povoação comercial fortificada dos Sveas, durante a Era dos Vikings. O sítio arqueológico permanece intacto, muito devido à proteção da Unesco, que definiu o lugar como Patrimônio Mundial.

Cripta Imperial, Viena (Áustria)

Travelview/Shutterstock

Abaixo da Igreja dos Capuchinhos na Neuer Markt e a alguns quarteirões do Palácio Imperial de Hofburg, fica o local de enterro dos Habsburgo austríacos, soberanos hereditários do Sacro Império Romano-Germânico e seus descendentes. Lá, pode ser visto os túmulos ornados de 12 imperadroes, 19 imperatrizes e rainhas, e um total de 149 membros da família real. Os destaques são os sarcófagos das Imperatrizes Isabela e Maria Teresa, além do mais famoso membro da realeza austríaca: o Arquiduque Francisco Ferdinando.

El Bosque Encantado, Madri (Espanha)

Jose Javier Martin Espartosa/Flickr

Esse calmo jardim espanhol tem suas árvores e arbustos cortados de forma que pareçam com dinossauros, dragões, carruagens, personagens da Disney, banda de rock, e outras incontáveis e peculiares criaturas. El Bosque Encantado conta com a mais vasta coleção de esculturas vivas na Europa. Junto a labirintos, cerca de 500 espécies de plantas e uma cachoeira, é um ótimo lugar para dar uma pausa à sua visita na agitada Madrid.

San Bernardino alle Ossa, Milão (Itália)

Posztos/Shutterstock

Igrejas históricas na Itália não são difíceis de se encontrar e do lado de fora da San Bernardino alle Ossa, ela aparenta ser apenas mais uma igreja. Foi construída em 1269 para acompanhar uma câmara usada para guardar ossos, já que o cemitério de um hospital próximo não tinha mais espaço para a ossada humana. Hoje, o ossuário da igreja, uma pequena capela, é a grande atração. Esqueletos são distribuídos nas paredes, pilares e portas; e servem como cruzes e molduras.

Coleção privada de carros antigos do Príncipe Rainier III, Mônaco

Alain Benainous/Getty Images

Escondido em um shopping na seção de Fontvieille em Mônaco, há a mais real coleção de carros do mundo. O Príncipe Rainier III, permitiu ao público visitar seu impressionante conjunto em 1993, com cerca de 100 modelos dos mais variados. Carruagens utilizadas pela realeza europeia no século 19, Renaults conversíveis, carros de Fórmula 1 e Ferraris antigas fazem parte do acervo. É basicamente uma aula sobre a evolução automobilística através de alguns dos carros mais raros do mundo.

*Fonte: Thrillist Travel

conteúdo original: http://bit.ly/2vb3SX1

FONTE: PANROTAS / Victor Fernandes