História e fé fazem de Jerusalém o centro do mundo

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Vista de cima da cidade amuralhada

Um lugar sagrado para vários povos e várias religiões. Esta é a definição mais simples de Jerusalém, capital de Israel, e um dos maiores destinos religiosos do mundo. No entanto, ela é muito mais complexa do que isso. Independente da crença ou religião, Jerusalém é o centro de acontecimentos que mudaram a história da humanidade mais de uma vez. São mais de 5 mil anos, muitas guerras, destruições e reconstruções. Mais do que viver experiências e conhecer lugares, Jerusalém é uma cidade que guarda mistérios, histórias e desperta fé e emoção em quem a visita. É lugar para entender e sentir.

Normalmente, uma viagem para Israel tem início em Tel Aviv, mas o ponto alto será sempre o território sagrado de Jerusalém, que está entre o Mediterrâneo e o Mar Morto e, embora a questão seja polêmica, há quem afirme que Jerusalém está no centro do mundo. Ela foi retratada desta forma por diversas vezes em mapas antigos. Mas o fato é que Cristãos, Judeus e muçulmanos (que juntos representam cerca de 2/3 da população do mundo) reconhecem a cidade como o lugar mais sagrado do mundo. Sendo assim, motivo de tantas controvérsias, conflitos e peregrinações, por que não afirmar que ela é sim o centro do mundo?

Vista de fora da Cidade Velha

Vista de fora da Cidade Velha

E tudo isso está em um espaço de aproximadamente um quilômetro quadrado. Área ocupada pela chamada Cidade Velha ou Cidade Amuralhada. Ela abriga quatro bairros: o judeu, o árabe, o cristão e o armênio. Para os peregrinos brasileiros os pontos de interesse são, na sua maioria, relacionados à religião cristã e às passagens da cidade descritas na Bíblia.

Muro das Lamentações

Muro das Lamentações

Do lado de dentro dos muros, está retratado parte do caminho feito por Jesus desde o momento em que foi preso até ser retirado da cruz sem vida. É a chamada Via Dolorosa (como está sinalizada) ou Via Sacra, como conhecemos. São 14 pontos, sendo que alguns estão do lado de fora dos muros, e cada um deles conta com uma igreja ou espaço para oração. Ele termina em um dos principais atrativos do lugar: a Igreja do Santo Sepulcro.

Dentro dela é possível ver e tocar a pedra que simboliza o lugar onde Jesus teve suas feridas limpas e recebeu roupas para o sepultamento. Em seguida (e normalmente após alguns bons minutos em uma fila) é possível entrar no local onde teria sido o túmulo ocupado por ele.

Fora dos muros também há muito para ver. Para os religiosos, o Monte das Oliveiras – local de onde Jesus partiu para entrar em Jerusalém, segundo a Bíblia – guarda uma vista panorâmica incrível da cidade. Ao seu pé está a chamada Igreja da Agonia, onde há uma pedra que simboliza o isolamento de Jesus uma noite antes de passar pelos portões da cidade sagrada. Outro ponto de visitação é o Monte Sião, local que simboliza a última ceia.

Igreja da Agonia aos pés do Monte das Oliveiras

Igreja da Agonia aos pés do Monte das Oliveiras

FONTE: m&e – mercado&eventos
(http://www.mercadoeeventos.com.br/blogs/historia-e-fe-fazem-de-jerusalem-o-centro-do-mundo/)

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