Previsão para República Dominicana: sol o ano inteiro

Palm trees on the tropical beach

Foto por Istock/ valio84sl

Impossível falar de caribe sem citar República Dominicana. Situado entre Cuba e Porto Rico, o país ocupa dois terços da ilha caribenha de Hispaniola e recebe todos os anos milhões de turistas em busca de suas magníficas praias e montanhas. É como se a natureza tivesse se formado ali especialmente para ser vislumbrada. A temperatura média anual de 26 ºC é a garantia da constante satisfação dos turistas que se acomodam à beira de suas praias de areia branca ou em rios, cascatas e até mesmo montanhas. Isso mesmo: montanhas. O país acostumado a surpreender por suas praias tem o Pico Duarte, de 3.175 metros (o mais alto das Antilhas ), bem no centro da ilha. Todos os anos, milhões de turistas visitam a República Dominicana em busca de sol e aventura: rafting, canyoing e montanhismo. Os mergulhadores exploram galeões naufragados e a belíssima barreira de coral. As estradas do país levam a lugares incríveis.

Caribbean beach in Dominican Republic

Foto por IStock/ czekma13

PUNTA CANA – O MAIS IMPORTANTE CENTRO TURÍSTICO DO PAÍS
A orla é repleta de resorts de luxo. Em Punta cana mais de 30 são disputados por casais em lua de mel, famílias e esportistas. Punta Cana tem campos de golfe e suas águas são cristalinas, perfeitas para a prática de esportes náuticos, muitas vezes acompanhado por golfinhos. Um dos principais pontos de referência para os mergulhadores é o Astron – antigo navio de carga russo, encalhado em Punta Cana desde 78. Atualmente, o cargueiro de 130 metros de comprimento é um dos principais pontos de referência para os mergulhadores.

Existem outros atrativos, em especial, o Dolphin Island – uma plataforma flutuante em alto mar. No local, piscinas naturais de águas límpidas e até a presença de golfinhos em mar aberto, além de leões-marinhos, arraias e tubarões tornam o cenário ainda mais emocionante e prazeroso. O turista recebe instruções sobre o procedimento seguro diante dos animais marinhos.

A noite de Punta Cana ganha a “vibe” de festas temáticas e muito merengue – o principal ritmo caribenho. Uma das casas noturnas mais famosas da cidade fica dentro de uma caverna, onde se toca de tudo: música eletrônica, pop, black, caribenha. Tem até performance de acrobatas. A casa permanece lotada todos os dias da semana.

JUANILLO BEACH
Uma das marinas mais luxuosas do país fica dentro do Cap Cana Resort, a apenas 15 minutos do Aeroporto Internacional de Punta Cana. Um dos fortes atrativos do local é o Scape Park, complexo turístico de aventura de um milhão de metros quadrados. A caminhada é feita por meio de trilhas adornadas de plantas nativas como orquídeas, bromélias, samambaias, além de fauna e espécies endêmicas da ilha. O incrível ecossistema está contido pelo penhasco Farallon – rochedo de mais de 100 metros de altura e 800 metros de comprimento localizado ao longo da costa, onde as passagens são complementadas por pontes de madeira até o Hoyo Azul – um excêntrico poço de água turquesa onde se pode nadar. O acesso é tem o auxilio de escadas com corrimão e corredores no seu interior, onde se observam estalactites e estalagmites.

Palms at Juanillo beach

Foto por Istock/ ilyaska

PLAYA BÁVARO
Praia Bávaro é intensa, não em ondas, mas em tranquilidade: mais de 50 quilômetros de praias de areias brancas, águas quentes e cristalinas protegidas por um recife de coral e alinhada por coqueiros exuberantes. Atualmente, o local o mais visitado da República Dominicana. Famosa pelos belíssimos resorts e campos de golfe, a praia de Bávaro é o paraíso ideal para o descanso de seus visitantes. Além de sol intenso e do mar cristalino, há opções de passeio de catamarã. Quem curte adrenalina e emoção intensa pode ainda se divertir em uma lancha de alta velocidade. O passeio tem parada em uma plataforma em alto mar, onde é permitido mergulhar com snorkel na linda zona de corais e fotografar peixes tropicais junto aos arrecifes, além de alimentar o animais marinhos.

SANTO DOMINGO – A PRIMEIRA DAS AMÉRICAS
Há muito que se fazer em Santo Domingo, além de não fazer nada diante suas lindas praias. O clima bucólico da capital dominicana acrescenta conhecimento

A grande Santo Domingo tem população de três milhões de habitantes. A capital da República Dominicana tem vocação ser a primeira das Américas: o primeiro trecho de terra avistado por Cristóvão Colombo, em 1492, a primeira cidade, Tribunal de Justiça, universidade, entre outros.

O coração da Zona Colonial de Santo Domingo é a parte mais antiga da capital da República Dominicana e Patrimônio Mundial da Unesco. O remanescente centro histórico guarda as características do nascimento cidade mais antiga do Novo Mundo. Os 12 quarteirões mantém construções do autêntico estilo colonial do século XVI. Vale visitar a fortaleza militar, às margens do rio Ozama – marco de separação do mundo antigo para o novo, onde, em 1509, Don Diego de Colón, o filho do descobridor, fez sua entrada triunfal como governador de Hispaniola. A primeira rua, a “Las Damas” tomou o nome das damas de honra que acompanhavam a esposa do vice- -rei, Dona Maria de Toledo. É a principal artéria da nova era da história hispano-americana, onde, na época, foram instaladas as residências das famílias mais influentes de colonos.

Santo Domingo Main Square

Foto por Istock/ 3dan3

CATEDRAL SANTA MARIA DE LA ENCARNACIÓN
A rua das Damas leva à catedral de Santa Maria de la Encarnación – a mais antiga construção católica de toda América, erguida em 1514 e finalizada em 1540. Em um dos pilares fundamentais em que se assenta a Zona colonial de Santo Domingo, registrado na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO, a importância Santa Maria da Encarnação ganha dimensões ainda maiores que sua arquitetura por ser a primeira catedral das Américas, o que não desmerece o valor de sua construção notavelmente gótica, embora uma de suas três portas homenageie o Plateresque – movimento arquitetônico exclusivamente espanhol surgido no final do século 15.

PALÁCIO DE ALCAZAR
As expedições e conquista das Américas foram planejadas a partir do antigo Palácio de Colombo, edifício construído com o uso de rochas de coral, em 1510, pelo seu filho primogênito. O palácio, restaurado entre 1955 e 1957 pelo governo dominicano, teve seu interior redecorado com objetos antigos trazidos da Espanha e foi transformado em museu histórico. Muitos dos itens de mobiliário são reproduções, porém, a exposição dá aos visitantes boa noção do cotidiano na Colônia Santo Domingo. O museu exibe ainda uma fascinante coleção de arte medieval e renascentista Europeia. Em destaque, esculturas em madeira policromada e tapeçarias.

Diego Columbus palace, Santo Domingo

Foto por Istock/ czekma13

O FAROL DE COLOMBO
Embora a ideia da construção de um museu que homenageasse Cristóvão Colombo já tivesse surgido em 1852, o projeto só foi concluído em 1922, como parte das celebrações dos 500 anos de descobrimento da América. No Farol de Colon se encontra o colossal mausoléu do navegador espanhol, cujo túmulo foi transferido da Igreja de Santo Domingo na data da inauguração festiva. A construção lembra mais uma pirâmide maia que um farol. Uma enorme cruz de concreto de 210 metros se estende pelos 10 andares em forma de degraus. Do topo do monumento a vista de Santo Domingo é de tirar o fôlego. O museu expõe artefatos das Américas, da China e da Espanha. Há obras de arte decoradas em ouro e prata e a réplica dos três navios que transportaram Colombo e sua tripulação no Atlântico. Um baú guarda os ossos do navegador.

TRES OJOS – ÁGUAS DE AZUL CRISTALINO
O controverso Farol de Colombo eleva-se sobre o extremo oeste do Parque Mirador del Este, um trecho agradável de florestas que medem o comprimento dos bairros a leste do Ozama. A ponta oriental do parque é uma série de grandes cavernas com lagoas de água doce conhecidas como “Los Tres Ojos”. Conta-se que as cavernas foram utilizadas pelos Tainos para cerimônias religiosas. O local já foi cenário para seis filmes de Tarzan.

A série de três lagos, ou ojos, como o remete o nome, é um dos pontos mais vistados do país. As cavernas são iluminadas à noite por uma miríade de luzes coloridas.

No complexo de grutas, lagos subterrâneos alimentados por correntes internas, levam a um conjunto de três cavernas de onde brotam três lagos azuis: o Azufre , lago de quatro metros de profundidade e total transparência das águas, o Las Damas, de 2,5 metros e onde se vê detalhes do fundo e o Lago La Nevera, de cinco metros de profundidade (também chamado de frigorífico). Neste lago, a temperatura é de, no máximo, 20 graus.

O único lago exposto ao ar livre é o Los Zaramagullones. Envolto por paredões de 220 metros de circunferência e cobertos pela mata nativa preservada, o lago tem seis metros de profundidade e peixes à sua margem. No local se ouve o som das gotas d’água que escorrem pelas estalactites.

Caribbean sea

Foto por Istock/ temis

O TÚNEL DE VIDRO
Mais de três mil espécies que vivem no Mar do Caribe e de várias outras regiões do mundo estão mantidas em ambiente natural graças ao magnífico clima de Santo Domingo. São 90 aquários e sete tanques. Um dos mais apreciados é o dos tubarões e das arraias. E no El Tunel, o fabuloso corredor submarino, contido por um grande arco de vidro, permite ao visitante se sentir verdadeiramente dentro do mar. O túnel coloca o visitante a poucos centímetros os tubarões gato, tartarugas, sável (peixe local), entre muitas outras fantásticas espécies.

JARDIM BOTÂNICO NACIONAL
Considerado o maior da América Central, o Jardim Botânico Nacional tem área protegida, de dois milhões de metros quadrados, onde cresce enorme variedade de plantas tropicais, algumas desconhecidas inclusive pelos moradores, além de flores e o jardim japonês. Considerado o pulmão do purificador de Santo Domingo, o local é um santuário harmônico de animais e plantas. Conhecer todo o jardim é praticamente uma tarefa impossível. Por isso mesmo, o visitante tem a opção de iniciar o tour por meio de um pequeno trem. No Jardim japonês, um dos espaços locais mais visitados do espaço, o trem faz uma pequena pausa e o turista recebe de guias especializados informação científica sobre a flora.

Flores en el Jardin Botanico, Santo Domingo.

Foto por IStock/ JosePichardo1946

ZOOLÓGICO
Leões, tigres, onças, macacos, rinocerontes, zebras, muitas aves e répteis. Além das lindas praias de Santo Domingo, as crianças certamente irão adorar conhecer o O Zoológico Nacional da República Dominica. Considerado um dos maiores da América Latina, sua área física alcança 1,5 milhão de metros quadrados. Um dos pulmões mais importantes da área urbana de Santo Domingo, o Zoodom serve como um refúgio para dezenas de espécies de aves, mamíferos répteis em um ambiente natural. Entre outras opções, o zoo tem aviário, lagos, aves aquáticas e crocodilos. O passeio pode ser feito em comboios e há até trem. O Zoo de Santo Domingo também é responsável pela conservação e preservação de certas plantas e espécies animais endêmicas para a República Dominicana.

ILHA SAONA – ÁGUAS CRISTALINAS E MUITA TRANQUILIDADE
A ilha Saona recebe cerca de 450 mil pessoas por ano. É a mais visitada da República Dominicana

A ilha de apenas quatro praias e 300 habitantes faz parte do Parque Nacional Del Este – área nacional de 42 mil hectares preservada e repleta de natureza. O local paradisíaco e quase idílico pelas suas paisagens e transparência de suas águas foi descoberto por Cristóvão Colombo, em 1494. O nome homenageia Michele da Cuneo. A ilha fica a uma hora e meia de Punta Cana, mas para chegar até ela é preciso primeiro embarcar na costa de Bayahibe, localizada a uma hora de Bávaro. O transporte é feito principalmente por lancha, porém, pode se usar o catamarã e cruzar um mar ainda mais bonito que o de Punta Cana. Durante a viagem, o visitante terá parada numa piscina natural (La Palmilla) onde se pode nadar com snorkel e tirar fotos das estrelas do mar sob as águas cristalinas.A grandeza da Ilha de Saona está em seu belo mar, em sua fauna e sua flora.

Saona Beach

Foto por Istock/ cieniu1

BAYAHIBE
A pouco menos de duas horas de Santo Domingo e pouco mais de uma hora de Punta Cana, Bayahibe não é apenas referência para quem deseja ir até a Ilhas Saona e Catalina. A cidade não tem o mesmo número de resorts (somente cinco) e nem boates badaladas de Punta Cana. Mas tem a vantagem da menor extensão de praia, cheia de lindos coqueiros e vista paradisíaca e ambiente mais limpo, tranquilo e privativo. Suas praias de areias finas, de águas cristalinas e quentes o ano todo, são perfeitas para banho, prática de esportes náuticos.

Os surpreendentes jardins de corais levaram a construção de um Museu Subaquático. Os corais foram estudados e posteriormente devolvidos ao fundo do mar. Há também o lugar do naufrágio do capitão William Kid, pirata escocês do século 17.

No Parque Nacional do Leste se encontram várias covas habitadas pelos índios taínos, nativos da época da descoberta de Cristóvão Colombo e fora do parque, entre San Pedro de Macorís e La Romana, está a Cueva de las Maravillas, onde se encontram surpreendentes inscrições rupestres.

Sea and beach in the sunset with rocks

Foto por Istock/ Ossiridian

FONTE: Qual Viagem
(http://www.qualviagem.com.br/previsao-para-republica-dominicana-sol-o-ano-inteiro/)

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