Cinco motivos para passar as férias escolares em família na Amazônia brasileira

Em julho as famílias aproveitam o recesso escolar para viajar com as crianças. É um momento de descanso e que pode ser também aproveitado junto à natureza. Segundo especialistas na área da saúde, esta atividade desenvolve a criatividade e a independência nas crianças.

Localizado no coração da Amazônia brasileira, o Juma Amazon Lodge, em Autazes, a três horas de Manaus, em meio a uma área protegida de 7 mil hectares, oferece uma programação de imersão na floresta perfeita para ser compartilhada por famílias com segurança, conforto e autenticidade.

Antes mesmo de chegarem ao lodge, a bordo de um confortável barco a motor, as famílias tem grandes chances de ver os botos amazônicos (Tucuxi e Rosa) nadando no rio, e também assistir ao fenômeno Encontro das Águas, quando os rios Negro e Solimões se unem com colorações distintas, um escuro e outro barrento, correndo lado a lado por 6 km até encontrarem o rio Amazonas.

Já no hotel, pais e filhos podem desfrutar da nova piscina do lodge (inaugurada este ano) que flutua dentro das águas do rio Juma cercada por deques de madeira. Com 8 metros de comprimento por 5 metros de largura, o espaço possui espreguiçadeiras para tomar sol, ombrelones de palha e um bar. A piscina é feita em tela de aço galvanizado, evitando a entrada de peixes e jacarés.

Para conhecer a fauna e flora da região há uma série de passeios. Os viajantes embarcam em canoas de madeira pelo rio Juma para verem de perto diversas espécies de pássaros amazônicos, como o uirapuru, jaçanã, arara-vermelha e tucano da Amazônia. Ao caminharem pela floresta,  guias nativos bilíngues (português/inglês) mostram às crianças as árvores típicas, suas diferentes texturas de folha e caule, contam sobre o uso medicinal das plantas nativas, o modo de vida dos moradores na selva e mostram os bichos que elas adoram ver, como macacos e bicho-preguiça.

Ir ao Juma Amazon Lodge também é uma aula de viagem sustentável. O hotel usa a energia solar para aquecer água e iluminar os bangalôs, faz o descarte correto do lixo e do esgoto que produz, com uma central de tratamento de efluentes. Todos os bangalôs – sobre palafitas e ligados por passarelas – são decorados com arte indígena, possuem banheiros privativos, duchas com água quente, varandas e redes artesanais. Parte das acomodações é voltada para a floresta e outra para o Rio Juma, que por sua composição inibe a proliferação de mosquitos. Não há televisão e wi-fi nos quartos para a interação com a natureza ser mais completa.

 

Fotos: Vinícius Campos, Ita Kirsch e Guentermanaus

FONTE: Bress Comunicacao

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s