Nova Zelândia em 5 cenários e atrações para o inverno

Wikicommons/Staceynyx

Mount Cook, a maior montanha da Nova Zelândia

Mount Cook, a maior montanha da Nova Zelândia

País longínquo, mas cada vez mais acessível com novas opções aéreas, a Nova Zelândia pode ser uma boa opção para o inverno, que se aproxima. Pequeno, o país fica majoritariamente em duas ilhas principais, a sul e a norte, mas mesmo com uma área próxima limitada a um tamanho próximo do Estado de São Paulo, a extensa variedade de paisagens é inegável: lagos, planícies, montanhas, geleiras e até praias fazem parte do território neozelandês.

Para quem gosta de montanhas, esportes e maravilhas da natureza, a ilha sul pode ser a preferência. São diversas estações para esquiar no local, que ainda conta com belos lagos e opções de esportes como paraquedismo e bungee jumping. E embora o Brasil não seja uma dos maiores emissores de visitantes, a ilha sul atualmente se destaca por ser o principal mercado da América do Sul para o destino.

Conheça abaixo algumas atrações de inverno da ilha sul da Nova Zelândia:

MOUNT COOK

Divulgação Tourism New Zealand

Trilha leva viajantes a diferentes vistas da montanha

Trilha leva viajantes a diferentes vistas da montanha

Maior do país, a montanha chega a 3,7 mil metros de altitude, e cercado por lagos como o Pukaki e o Hooker, além dos demais picos da região dos Alpes do Sul, oferece uma das vistas mais deslumbrantes do país. No sopé da montanha, a vila de Mount Cook dá uma boa base para quem quer se aventurar no local, e de lá partem uma série de trilhas para vistas de diferentes ângulos da montanha, todas com cerca de três horas de duração. Um voo panorâmico é um opcional para quem quer ver a bela cordilheira de cima.

GLACIARES

Wikicommons/Avenue

O Tasman Glacier, visto de cima

O Tasman Glacier, visto de cima

Outro ponto marcante da ilha sulista são suas diversas geleiras e glaciares. A Fox e Franz Josef, duas das maiores e mais visitadas da Nova Zelândia, descem os alpes e podem ser visitados a pé, a uma distância segura. Já a Tasman Glacier tem 27 quilômetros de comprimento e cobre uma área de 101 quilômetros quadrados. Para conhecê-la, há passeios de barco e de helicóptero, que oferecem ainda uma bela vista aérea da região.

QUEENSTOWN

Wikicommons/Lawrence Murray

Cidade fica na beira do lago Wakatipu

Cidade fica na beira do lago Wakatipu

Considerada capital mundial da aventura, Queenstown é uma das cidades preferidas dos brasileiros, tanto para visitar quanto para morar: andando pelas ruas da pequena cidade não é incomum encontrar conterrâneos trabalhando em pizzarias, bares e supermercados. E um dos motivos, além do fato de ter como paisagens o lago Wakatipu e as cordilheiras sul neozelandesas, é a oferta de esportes de inverno. São duas estações de esqui próximas a cidade: uma é Coronet Peak, a 20 minutos de carro da cidade, e a outra é The Remarkables, a não mais que uma hora de Queenstown. Além disso, é lá que acontece todos os anos o Queenstown Winter Festival, celebração do inverno que, de 22 a 25 de junho, inclui desfiles de rua e música ao vivo em diversos pontos da cidade.

WANAKA

Domínio Público

Passeios de caiaque na paisagem montanhosa é uma das opções de passeio em Wanaka

Passeios de caiaque na paisagem montanhosa é uma das opções de passeio em Wanaka

A 70 quilômetros de Queenstown, a pacata vila de Wanaka, de pouco mais de cinco mil habitantes, fica na beira de um grande e belo lago de mesmo nome: são 45 quilômetros de comprimento, que cobrem 193 quilômetros quadrados. Cercado pelas montanhas neozelandesas, o lago Wanaka é uma boa opção para ser explorado em passeios de barco, lanchas ou até caiaques, podendo ter vistas em diferentes ângulos da região montanhosa e coberta de neve. A 40 minutos de carro do centro da cidade há ainda pistas de esqui, como Cardrona Alpine Resort, Treble Cone e Snow Farm.

MILFORD SOUND

Wikicommons/Olywyer

Reflexo das montanhas no fiorde neozelandês pode ser visto nas águas marinhas

Reflexo das montanhas no fiorde neozelandês pode ser visto nas águas marinhas

Localizada no extremo oeste da ilha sul, Milford Sound é um fiorde, onde um braço do mar entra na ilha neozelandesa. A beleza, porém, sé dá principalmente pelas altas montanhas e falésias que cercam o canal marítimo: o reflexo delas pode ser visto nas águas a partir dos inúmeros cruzeiros que percorrem o fiorde, levando o viajante até alto mar. Nas encostas, uma série de cachoeiras e cascatas dão um contraste ao cenário, algumas a mais de mil metros de altura. Quando chove, as quedas d’água se multiplicam, criando um interessante fenômeno natural.

FONTE: PANROTAS DESTINOS / Leonardo Ramos

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