Schultz crava crescimento de 30% de receita e passageiros para 2018

 

Aroldo Schultz, presidente da Schultz

PETRÓPOLIS, RJ – O momento não poderia ser melhor. Faturamento de R$ 130 milhões em 2017. Compromisso reafirmado com os agentes de viagens. Mercado doméstico com uma fatia cada vez maior de vendas. Previsão de crescimento de 30% de receita e passageiros embarcados para 2018. Este é o panorama da Schultz Operadora revelado pelo próprio presidente Aroldo Schultz em entrevista ao M&E durante a 11ª Convenção Schultz.

“Faturamos R$ 130 milhões em 2017, aumento de 27% com relação a 2016, e temos para 2018 uma previsão de crescimento de 30%. Isto é fruto do trabalho, da equipe, dos novos produtos, da confiabilidade e pelo mercado ter reagido. Foi ao fundo do poço e voltou a aquecer naturalmente”, disse Aroldo, que também lembrou do expressivo crescimento em número de passageiros embarcados. “Tivemos um crescimento de 27% em 2017. A previsão para este ano é ainda maior: 30%”, completou.

Atualmente, 70% da movimentação da Schultz é internacional. No entanto, o mercado doméstico, aos poucos, vem ganhando seu espaço. O presidente da Schultz falou sobre esta recuperação do Nacional, embora o exterior ainda seja o carro chefe da operadora. “O forte da Schultz é o ‘inter’, embora o doméstico venha crescendo. Há três anos, representava apenas 2% e hoje já chega a 10%. No exterior, nosso principal produto é Europa, com Europamundo e Schultz Portugal como nossos fornecedores. A Schultz Portugal se tornou o segundo maior fornecedor da Schultz Brasil simplesmente pela seu trabalho exemplar”, disse Aroldo.

AGENTES DE VIAGENS EM PRIMEIRO LUGAR

Questionado pelo M&E se a Schultz tem algum diferencial no mercado para registrar crescimento de receita e passageiros ano a ano, Aroldo colocou o agente de viagens em primeiro lugar. “Nosso diferencial é a fórmula sincera que trabalhamos com as agências. Não fazemos venda para consumidor. Há um grande respeito entre as partes. Hoje, eu tenho estrutura para operar e atender agências, e não o consumidor. Não que eu não possa mudar isto um dia, mas não é o foco. O foco da Schultz é atender cada vez mais os agentes de viagens”.

OPEN SKIES

O presidente da Schultz ainda comemorou o Acordo de Céus Abertos selado entre Brasil e EUA. “A abertura é fantástica. Por mim, deveria estar aberto desde sempre. Quanto mais oferta de voos, mais iremos vender. Este protecionismo do céu brasileiro foi péssimo para o turismo e para o passageiro. O consumidor precisa estar livre para comprar, ter acesso a mais ofertas de voos através de uma concorrência sadia”, finalizou Aroldo.

Fonte:

 

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