Aéreas avançam no rastreio de bagagens, mas têm prejuízo de US$ 2 bi

 

 

A entrega de bagagens tem sido tratada com mais seriedade e exatidão pelas companhias aéreas. Em seu relatório anual, a Sita pontuou que o ano passado continuou a seguir a curva de melhora dentro de uma década, período em que houve uma queda de 70% no descuido de malas (do inglês mishandling bag, que significa atraso, danos ou roubo).

Para a empresa de tecnologia, 2018 será marcado como o ponto de virada para o setor de transporte aéreo adotar tecnologias de rastreamento desses itens tão preciosos na vida de um viajante.

Um dos facilitadores, pontua a Sita, é a adesão da Resolução 753 da Associação Internacional de Transporte Aéreo, a Iata. A entrada dessa nova lei, diga-se, fará com que as companhias aéreas olhem para essa solução com mais atenção.

“O acompanhamento de ponta a ponta produz dados que revelam onde melhorias podem ser feitas nos processos operacionais. Enquanto não vermos uma mudança repentina em 2018, é um verdadeiro ponto de virada para a indústria, já que as companhias aéreas começam a desvendar o valor dos dados de rastreamento para as 4,65 bilhões de malas que carregam”, analisou a diretora executiva da Sita, Barbara Dalibard.

Uma “pressão natural” para as empresas aéreas é o aumento do número de viajantes, com quatro bilhões em todo o mundo. É mais do que sabido que nenhum passageiro gosta de perder seus pertences, ter sua mala danificada ou esperar um tempo fora do normal para recolher sua bagagem na esteira.

Segundo a Sita, as transportadoras aéreas têm lidado melhorar e o índice de “malas maltratadas” foi reduzido em 2017. Em uma amostra de mil passageiros, a média de perdas foi de 5.57 passageiros, o índice foi o menor registrado em toda a história. Mas ainda assim, esse descuido causou um prejuízo de US$ 2,3 bilhões à indústria.

Empresas como Aeroflot, Alitalia, Delta Air Lines, Qatar Airways e a desconhecida do público brasileiro Bahamasair mostram como a inovação pode facilitar seus negócios e a vida de seus clientes.

Para se ter uma ideia, essa última companhia aérea desenvolveu rapidamente e passou da digitalização dos rótulos dos porta-bagagens em um cartão “bingo” para o rastreamento completo da Resolução 753 nos aeroportos de Miami e Nassau em sete dias. A tecnologia utilizada nesse processo foi a Bag Journey da Sita.

Fonte: Henrique Santiago, https://www.panrotas.com.br/mercado/pesquisas-e-estatisticas/2018/04/aereas-avancam-no-rastreio-de-bagagens-mas-tem-prejuizo-de-us-2-bi_154909.html

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