Brasil disputa prêmios de turismo entre os melhores do mundo

Crédito: Embratur

O Brasil está bem representado na votação que elege os vencedores da 24ª edição do World Travel Awards, premiação anual que reconhece e celebra a excelência em todos os segmentos do turismo global. O país concorre na categoria principal destino do mundo em 2017 contra Grécia, índia, Indonésia, Jamaica, Quênia e Malásia. O Rio de Janeiro também marca presença na disputa e concorre em quatro categorias. A votação termina no dia 30 de outubro no site.

A capital fluminense está na disputa pelos títulos de principal cidade-destino do mundo, principal cidade cultural do mundo; principal destino de festival e eventos, além de principal destino de turismo esportivo. Além disso, o Pão de Açúcar concorre ao prêmio de principal atração turística mundial.

Desde sua inauguração, em 1912, o Pão de Açúcar já recebeu 46 milhões de visitante. Entre os concorrentes do atrativo, que completa 105 anos no dia 27 de outubro, estão Machu Picchu no Peru, a Muralha da China e o Monte Kilimanjaro, na Tanzânia.

A presença da cidade bem como de um cartão postal como o bondinho, na votação que elege os melhores do setor no mundo, vai ao encontro do trabalho que o governo federal vem fazendo para revitalizar a cidade e o estado do Rio de Janeiro”, comentou o ministro interino do Turismo, Alberto Alves. “Já que estamos tratando de uma eleição pela internet, é importante que os brasileiros se unam para colocar os nossos destinos a atrativos no lugar mais alto”, completou.

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Crédito: Embratur

Em setembro, o governo federal lançou o calendário de eventos “Rio de Janeiro a Janeiro”, com o intuito de estruturar e fortalecer o calendário de eventos turísticos, esportivos e culturais. A ideia é atrair mais turistas e gerar empregos e renda para o Rio de Janeiro.

No segmento de turismo de negócios, o Riocentro disputa como melhor Centro de Conferências do Mundo. De acordo com o estudo Demanda Internacional, do Ministério do Turismo, 18,7% dos turistas estrangeiros que estiveram ao Brasil em 2016 vieram motivados por negócios, eventos e convenções. O Rio de Janeiro foi a segunda cidade mais procurada (30,1%) atrás apenas de São Paulo (41,2%) nesse segmento.

CONCORRENTES BRASILEIROS – Alguns empreendimentos brasileiros também participam da eleição. Ainda no Rio de Janeiro, o Copacabana Palace disputa nas categorias Tradição e Símbolo. Já o Hotel Dom Pedro Laguna, de Aquiraz (CE), concorre na categoria melhor resort de praia. Em São Paulo, o Hotel Grand Hyatt, disputa pelo título de melhor hotel de negócios.

 

Foto: Lívia Nascimento, http://www.turismo.gov.br/%C3%BAltimas-not%C3%ADcias/8254-brasil-disputa-pr%C3%AAmios-de-turismo-entre-os-melhores-do-mundo.html

Diretor da TSA quer eliminar filas de inspeção em aeroportos

 

Aeroportos onde não existem mais filas para checagem e inspeções de segurança. Essa é a visão do novo administrador da Transportation Security Administration (TSA) dos Estados Unidos, David Pekoske. Para o especialista, a própria aglomeração de pessoas em filas seria uma “vulnerabilidade na segurança” do aeroporto e, portanto, deve ser extinta.

Em uma conferência internacional em Washington, nesta semana, Pekoske alegou que tragédias recentes como o bombardeio no aeroporto de Bruxelas, o tiroteio em massa de Las Vegas e o atirador no aeroporto de Fort Lauderdale são um “lembrete alarmante” da necessidade de vigilância extra e segurança mais rigorosa nos espaços públicos.

“No meu mundo ideal, não temos centenas de pessoas na fila para passar pela segurança”, afirmou Pekoske, durante a Conferência Internacional de Aeroportos, na capital norte-americana.

Para isso, Pekoske, que já foi vice-comandante da Guarda Costeira estadunidense, prometeu desvendar, junto à TSA, uma nova forma de inspecionar passageiros nos pontos de controle e checagem aeroportuária, visando melhorar a segurança nas áreas públicas antes da inspeção em si, locais onde geralmente se formam grandes filas e amontoados de pessoas. Segundo ele, um novo modelo poderia prevenir melhor o risco de atentados terroristas, por exemplo.

Isso, porém, poderia exigir uma mudança nos aeroportos atuais, que já estão adequados ao sistema atual.

“Se conseguirmos fundos para investimentos em infraestrutura, inclusive para poder mudar o layout em alguns aeroportos ou mesmo construir novos terminais, será que não poderíamos desenvolver um sistema de segurança de aeroporto que não se baseia em pontos de controle, por exemplo, mas sim em segurança contínua?”, questionou o administrador da TSA, que está no cargo desde agosto,

“Vai demorar vários meses para chegar perto de conseguir ao menos uma maquete de um novo modelo de segurança, mas vocês definitivamente nos verão chegar lá, e então entenderão o que estamos pensando”, continuou.

David Pekoske elogiou os programas TSA Precheck e Global Entry, que identificam viajantes “confiáveis” na chegada ao aeroporto, inclusive facilitando e agilizando a entrada de quem viaja com frequência aos Estados Unidos. Brasileiros fazem parte do segundo programa, que exclui a necessidade de passar pelas filas de imigração, bastando ao passageiro passar o passaporte em um leitor eletrônico ao desembarcar nos EUA. Segundo ele, isso evita a formação de grandes conglomerados de pessoas para passar nas inspeções de segurança.

Além disso, destacou que a TSA está testando um novo scanner de tomografia computadorizada, o CT (computed tomography), que aprimora a detecção de ameaças, fornecendo imagens 3D que podem ser visualizadas e rotacionadas para uma análise mais abrangente do conteúdo das bagagens de mão.

“A necessidade de atualizar a tecnologia nos pontos de controle é crítica. Eu usarei toda influência que eu tiver como administrador para conseguir mudar isso”, finalizou Pekoske.

*Fonte: The Hill

conteúdo original: http://bit.ly/2xNsBlK

 

Fonte: Leonardo Ramos, http://www.panrotas.com.br/viagens-corporativas/aviacao/2017/10/diretor-da-tsa-quer-eliminar-filas-de-inspecao-em-aeroportos_150629.html?lista

Rota da Baleia Franca é aposta catarinense para diminuir a sazonalidade

Texto e fotos: Camila Lucchesi

 

Imagine um roteiro que combina praias, enseadas, lagoas, baías e dunas com gastronomia de primeira, aspectos culturais e marcos de nossa história? No litoral sul de Santa Catarina é possível vivenciar todo esse mix e ainda ter direito a um atrativo de peso: o avistamento das baleias francas. Os cetáceos gigantes são o principal componente na estratégia de fomentar a economia local por meio do turismo durante o inverno e, assim, diminuir a sazonalidade.

Com passagem garantida pelo Brasil e permanência média de cinco meses por aqui – de junho a novembro, com pico em setembro –, esses animais inspiraram a criação da Rota da Baleia Franca, novo produto de ecoturismo fomentado pelo Sebrae Santa Catarina. O projeto criado em 2015 tem como principal objetivo profissionalizar o turismo na região, por meio de capacitação do trade local para garantir experiências inesquecíveis aos turistas.

Cerca de 200 empresas foram qualificadas nos últimos dois anos e a meta é chegar a 300 até o fim de 2017. “O potencial turístico não pode ficar restrito apenas ao verão, ele precisa ser trabalhado o ano todo já que o destino oferece atrativos para todas as temporadas, além de gerar emprego, renda e garantir o bem-estar das populações locais”, afirma Juliana Ghizzo, analista da coordenação Regional Sul do Sebrae/SC e gestora do projeto que já levou um grupo de empresários para benchmarking na Península Valdés, na Argentina, onde a observação das baleias francas é feita com temperaturas abaixo de zero.

Os passeios acontecem dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, criada em setembro de 2000 com área de 156 mil hectares e 130 quilômetros de costa marinha que compreendem nove municípios do sul catarinense. Laguna, Imbituba e Garopaba são os três primeiros beneficiados pela ação que tem parceria com a ONGs Projeto Baleia Franca (PBF)Instituto Baleia Franca (IBF) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Os roteiros são feitos por terra e, para maximizar as possibilidades de avistamento, existe uma grande rede de monitoramento envolvendo biólogos e estagiários das ONGs, condutores de turismo, empresários da hotelaria e a própria comunidade. Cada um observa um trecho e avisa aos outros participantes os pontos onde as baleias aparecem para que os guias consigam direcionar os clientes.

 

Fonte: Camila Lucchesi, https://brasilturis.com.br/rota-da-baleia-franca-e-aposta-catarinense-para-diminuir-sazonalidade/

Demanda aérea doméstica mantem tendência e fecha setembro com 6,6 % de alta

 

As viagens domésticas continuam em alta- Créditos: Antonio Cruz/Agência Brasil

A demanda por voos domésticos cresceu pelo sétimo mês consecutivo, em setembro, ao registrar variação positiva de 6,6%, em relação ao mesmo mês do ano passado. Em termos absolutos, os 7,5 milhões de passageiros-quilômetros transportados (RPK) no período representam o melhor resultado para qualquer mês de setembro na base de acompanhamento da ABEAR, iniciada em 2012, e em toda a série completa da ANAC, que recua a 2000.

Esse desempenho permite ao setor continuar a trajetória de crescimento do ponto em que ela foi interrompida.Ao todo, foram transportados 7,5 milhões de passageiros nos voos dentro do país em setembro – mais de 500 mil embarques sobre o mesmo mês do ano anterior (alta de 8%). No terceiro trimestre a aviação doméstica já transportou mais de 1 milhão de passageiros do que de julho a setembro do ano passado (alta de 4,6%).

Nas demais indicadores, a oferta registrou o terceiro crescimento consecutivo, com alta de 2,9% em relação a setembro de 2016, e o fator médio de ocupação dos voos ficou em 83%, recorde histórico para o mês (alta de 2,89 pontos percentuais).

 

Fonte: Luiz Marc os Fernandes, http://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/demanda-domestica-mantem-tendencia-e-fecha-setembro-com-65-de-alta/